quarta-feira, 26 de junho de 2013

Exercícios físicos aumentam em até três vezes eficiência da vacina antigripe em idosos



Estudo mostra que sedentarismo pode tornar ainda mais baixa a eficácia da dose na terceira idade

Um dos principais alvos da campanha de vacinação antigripe, os idosos podem não estar se beneficiando tão bem da proteção quanto se poderia imaginar. A boa notícia é que com uma dose de atividade física regular, a produção de anticorpos pode ser de duas a três vezes maior do que naqueles que não se exercitam. É o que mostra um estudo que comparou o efeito da vacina em idosos sedentários e ativos.

O imunologista André Bachi, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em sua pesquisa de pós-doutorado, partiu do fato de que, enquanto em pessoas jovens ou adultas a eficiência da vacina é de 90%, em idosos, fica em torno de 50%. O pesquisador queria descobrir se era possível fazer algo para mudar esse cenário. Ele investigou ao longo de 2 anos 110 voluntários, de ambos os sexos, divididos em três grupos: um de idosos que já se exercitavam regularmente havia alguns anos, um que estava começando a fazer atividades físicas e um terceiro, de idosos, para controle.

A Internet pode ajudar a perder peso? Saiba mais!

Estudos indicam que os programas via web funcionam Foto: Getty Images

As pessoas tendem a perder um pouco mais de peso com a ajuda proporcionada pela internet do que com programas tradicionais de perda de peso, afirma um estudo japonês, que afirma também que combinar a internet com encontros pessoais parece ser a opção mais eficaz.

Com o aumento da obesidade, tornaram-se comuns as tentativas de aproveitar as informações da internet para a perda de peso, principalmente porque acredita-se que isso seja mais fácil e barato. Mas embora o estudo, que envolveu uma análise de 23 estudos anteriores e foi publicado no Jornal Internacional da Obesidade, realmente tenha observado um impacto positivo da presença na internet na rotina das pessoas, o efeito geral foi pequeno.

Exame de sangue pode detectar risco de desenvolver diabetes gestacional

Alimentação saudável na gravidez

Normalmente diagnosticada no segundo trimestre da gestação, condição pode levar à complicações como icterícia, hipoglicemia e problemas respiratórios

Uma equipe de pesquisadores japoneses elaborou um novo método para identificar quais gestantes correm mais riscos de desenvolver diabetes gestacional. De acordo com o estudo, publicado no periódico Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, é possível identificar um biomarcador em um exame de sangue e, assim, descobrir quais as mulheres são mais predisposta ao distúrbio — que acomete de 1% a 3% das gestantes em todo o mundo. O exame mede os níveis de uma proteína chamada prorrenina, presente na corrente sanguínea no primeiro trimestre da gestação.