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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Endocrinologista comenta as novas promessas para o tratamento do diabete


Células-tronco, uma nova insulina, cirurgia bariátrica... Conheça as novidades e como elas podem mudar a forma de tratar os dois tipos de problemas gerados pelo excesso de açúcar no sangue.


 

Segundo a Federação Internacional de Diabetes, estima-se que daqui a 20 anos, cerca de 380 milhões de pessoas ao redor do mundo enfrentarão o diabete, e por isso não é à toa que medidas de tratamento e prevenção são estudadas constantemente para frearem esta estimativa. Confira entrevista com o médico endocrinologista, Eduardo Altieri, da Clínica Endocardio, onde ele comenta as principais terapias utilizadas na atualidade para o tratamento do diabete tipo 1 e tipo 2.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Síndrome Metabólica: união de fatores de riscos


Facilidades como a escada rolante, o elevador, o automóvel e o controle remoto, apesar de trazerem grande conforto, contribuem para o sedentarismo. E aliada à má alimentação e à falta de atividade física pode resultar em uma doença até pouco tempo ignorada: a síndrome metabólica.

Esse mal da vida moderna nada mais é que a associação de vários fatores de risco que amplia – e muito – o desenvolvimento de doenças ateroscleróticas cardiovasculares, entre as quais, o infarto cardíaco, o acidente vascular cerebral (AVC) e a morte súbita.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Cuidado com o seu coração no inverno


Doença cardiovascular mata um brasileiro a cada dois minutos

Não são apenas as doenças respiratórias que preocupam no inverno, o frio também pode provocar problemas no coração. Segundo a American Heart Association (Associação Americana do Coração), o inverno aumenta de 20% a 25% a incidência de doenças cardiovasculares. Os riscos crescem em especial para pessoas que já apresentam alguma predisposição e para aquelas que sofrem de problemas do coração.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Exercícios físicos aumentam em até três vezes eficiência da vacina antigripe em idosos



Estudo mostra que sedentarismo pode tornar ainda mais baixa a eficácia da dose na terceira idade

Um dos principais alvos da campanha de vacinação antigripe, os idosos podem não estar se beneficiando tão bem da proteção quanto se poderia imaginar. A boa notícia é que com uma dose de atividade física regular, a produção de anticorpos pode ser de duas a três vezes maior do que naqueles que não se exercitam. É o que mostra um estudo que comparou o efeito da vacina em idosos sedentários e ativos.

O imunologista André Bachi, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em sua pesquisa de pós-doutorado, partiu do fato de que, enquanto em pessoas jovens ou adultas a eficiência da vacina é de 90%, em idosos, fica em torno de 50%. O pesquisador queria descobrir se era possível fazer algo para mudar esse cenário. Ele investigou ao longo de 2 anos 110 voluntários, de ambos os sexos, divididos em três grupos: um de idosos que já se exercitavam regularmente havia alguns anos, um que estava começando a fazer atividades físicas e um terceiro, de idosos, para controle.

A Internet pode ajudar a perder peso? Saiba mais!

Estudos indicam que os programas via web funcionam Foto: Getty Images

As pessoas tendem a perder um pouco mais de peso com a ajuda proporcionada pela internet do que com programas tradicionais de perda de peso, afirma um estudo japonês, que afirma também que combinar a internet com encontros pessoais parece ser a opção mais eficaz.

Com o aumento da obesidade, tornaram-se comuns as tentativas de aproveitar as informações da internet para a perda de peso, principalmente porque acredita-se que isso seja mais fácil e barato. Mas embora o estudo, que envolveu uma análise de 23 estudos anteriores e foi publicado no Jornal Internacional da Obesidade, realmente tenha observado um impacto positivo da presença na internet na rotina das pessoas, o efeito geral foi pequeno.

Sal em excesso na infância pode trazer problemas na vida adulta

 

Os pais devem ficar atentos aos rótulos das embalagens de alimentos. O máximo de sódio recomendado para as crianças são dois gramas por dia.

O consumo de sal deve começar a ser controlado ainda na infância para prevenir doenças na vida adulta. Segundo a Organização Mundial de Saúde, o máximo de sódio recomendado para as crianças acima de dois anos são dois gramas por dia.

O perigo está nas lanchonetes, que oferecem a refeição preferida das crianças: hambúrguer e batata-frita, mas também em muitos alimentos industrializados encontrados nos supermercados que são ricos em sódio.